Rumores que circulam entre servidores da Prefeitura de Governador Valadares apontam irregularidades na contratação do novo sistema de emissão de notas fiscais municipais. Segundo os boatos, a empresa contratada teria ligação com um ex-político local conhecido por envolvimento em esquemas com dinheiro público — o mesmo que já aparece em outros contratos suspeitos com o município. O sistema, que deveria modernizar a gestão fiscal, é descrito por servidores como inoperante desde a implantação.
Servidores relatam que o sistema fiscal contratado gera transtornos diários aos contribuintes. Nos corredores, especula-se sobre a relação entre a gestão da pasta e os donos da empresa.
O boato, que circula com insistência entre funcionários da prefeitura, aponta que benefícios pessoais estariam sendo bancados com dinheiro do contrato — "rindo de orelha a orelha com o dinheiro do povo".
Nos corredores da Prefeitura de Governador Valadares, um boato ganha força: a empresa contratada para o novo sistema de notas fiscais teria ligação com um ex-político de ficha suja — e alguém dentro da gestão estaria facilitando tudo
Servidores municipais relatam que, desde a contratação do novo sistema de emissão de notas fiscais, rumores sobre irregularidades no processo licitatório não param de circular. A empresa contratada, segundo os boatos, teria ligação com um ex-político local com histórico conhecido de envolvimento em contratos públicos questionáveis — o mesmo nome que já aparece em outro contrato municipal sob suspeita.
Os rumores apontam para um ex-deputado local — apelidado nos bastidores — como dono da empresa de software contratada. O detalhe que alimenta as suspeitas: o mesmo nome já aparece ligado à empresa de transporte escolar do município, também alvo de questionamentos sobre a regularidade dos contratos com a prefeitura. O padrão se repete, e os servidores notam.
Nos corredores, o nome da chefia da Secretaria da Fazenda aparece nos boatos como peça central na manutenção do contrato. O que alimenta as especulações é a combinação de dois fatores: o sistema contratado é descrito por quem usa como "inoperante", gerando transtornos diários aos contribuintes — e ainda assim o contrato segue ativo, com pagamentos em dia, sem explicação pública.
O boato mais grave que circula entre os servidores é o de que parte dos recursos do contrato estaria sendo desviada para benefícios pessoais dos envolvidos — incluindo, segundo as fofocas de corredor, o pagamento de faculdades de filhos de gestores municipais. "Estão rindo de orelha a orelha com o dinheiro do povo", é a frase que se repete. Nada disso foi confirmado oficialmente.
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O que alimenta os boatos na prefeitura não é um fato isolado — é um padrão. Servidores mais antigos lembram que a mesma situação já ocorreu com o contrato de transporte escolar: empresa ligada a um ex-político local, questionamentos sobre o processo licitatório, serviço abaixo do esperado, e o contrato seguindo em vigor. Agora o roteiro se repetiria no setor de tecnologia fiscal. O novo sistema de notas fiscais, contratado para modernizar a gestão tributária municipal, é descrito por quem opera como lento, instável e gerador de filas e reclamações entre contribuintes. Nos corredores, a pergunta que não cala é simples: se o sistema não funciona, por que o contrato não foi rescindido?